Estudar, ler, assistir a vídeos, palestras, fazer cursos, ou até mesmo buscar um mentor, tudo isso contribuirá para o crescimento profissional e desenvolvimento da alta performance.

O mercado de trabalho anda exigente, e busca por um tipo de profissional que entregue algo que seja além de uma mera performance no cotidiano do mundo corporativo. Atrás de resultados concretos e contínuos, as empresas querem pessoas dispostas a investirem em uma alta performance profissional. Com isso, espera-se atingir ótimos resultados, ou seja, espera vender mais, solucionar mais problemas, atender melhor ao cliente, estabilizar-se no mercado, enfim, uma gama de resultados positivos conquistados por meio da melhor escolha do time de colaboradores altamente envolvidos com seus anseios profissionais.

Pensando pelo lado do colaborador, podemos dizer que alcançar a alta performance é o objetivo de todo profissional que busca consolidar sua carreira no mercado de trabalho, o que é visto como um indicativo de competência e diferencial daquele profissional. Sempre valerá a pena investir nisso! Repare bem: o profissional que alcança a alta performance é mais dedicado, focado e automaticamente competente. As consequências dessas habilidades serão convertidas em resultados para a empresa, e é isso o que todos querem.

Performance pode ser definida como a capacidade do indivíduo de alcançar os objetivos propostos e quais as habilidades e competências ele irá empregar para alcançar esse objetivo. Porém, as organizações corporativas hoje esperam algo além de uma boa performance. As empresas buscam profissionais de “alta performance”, ou seja, que procuram não só alcançar os resultados que se espera, mas também superá-los, propondo novas ideias, melhorando processos e otimizando recursos.

Os resultados são basicamente o produto obtido por meio do trabalho de colaboradores, de equipes, de organizações.Todo projeto, produto e trabalho desenvolvido têm um objetivo importante, que é produzir um bom resultado final.Para alcançar bons resultados, é necessário o uso de boas ferramentas durante o processo, e é aí que a performance entra.Uma equipe com performance “mediana” pode até alcançar alguns bons resultados, mas estes não serão sustentáveis em longo prazo.

Portanto, investir em habilidades que o ajudem a construir uma boa performance é buscar entregar resultados excelentes e acima da média do que se espera. O processo de aprendizado para quem buscar desenvolver a alta performance precisa ser constante, e desta maneira podemos dizer que a busca por conhecimento é ferramenta útil neste processo contínuo de melhoria de performance no meio profissional. Estudar, ler, assistir a vídeos, palestras, fazer cursos, ou até mesmo buscar um mentor, tudo isso contribuirá para o crescimento profissional e desenvolvimento da alta performance.

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Desenvolver alta performance e alcançar bons resultados requer muito foco e disciplina, características de quem entrega resultados constantes na empresa. Para isso, o profissional precisa estabelecer suas metas de entrega e trabalhar focado nelas. A disciplina o ajudará a não desviar do foco, não perder tempo e esforço com coisas desnecessárias ao desenvolvimento do seu trabalho. Ser alguém disciplinado também ajudará a ser mais responsável, como, por exemplo, no cumprimento de prazos de entrega estabelecidos.

O profissional de alta performance precisa buscar desenvolver uma visão maior do negócio, conhecer os dados do mercado em que a sua empresa está inserida e vislumbrar quais horizontes essa empresa pode alcançar a curto, médio e longo prazo. Essa visão do negócio não precisa ser necessariamente da empresa como um todo, mas é essencial que esteja presente, pelo menos, na área de atuação do profissional.

A proatividade, por fim e não menos importante, é uma habilidade valiosíssima para quem busca alcançar o sucesso apresentando alta performance, pois tende a fazer com que o profissional seja visto como um colaborador disposto a encarar desafios, alguém que tenha um bom senso de trabalho em equipe. Em outras palavras, demonstra ser alguém que não tem medo e nem preguiça de trabalhar.Um cuidado, porém: proatividade não significa se oferecer para fazer tudo o que surgir pela frente, isso é falta de foco. Seja proativo, mas de forma estratégica, buscando desenvolver aquilo que você sabe que é capaz de realizar.

Concluindo, não existe uma fórmula mágica que fará com que você se torne um profissional de alta performance da noite para o dia. Como a maioria das coisas na vida, a alta performance de resultados será construída buscando alcançar esses pilares listados neste artigo, além de muita dedicação no trabalho. E uma dica valiosa: foque no resultado em médio e longo prazo e vislumbre um grande salto profissional, na carreira e no currículo. Você pode mudar a sua vida sendo um profissional de alta performance, independentemente da área em que atua. Pense nisso!

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Nossas emoções surgem em decorrência dos estímulos que recebemos do ambiente a nossa volta, e essas emoções afetam diretamente nossa personalidade e na forma como lidamos com situações adversas, tanto no âmbito profissional como pessoal.

A inteligência emocional lida bem com tudo isso, sendo a capacidade de administrar essas emoções, processando os sentimentos que surgem em decorrência delas, desenvolvendo um controle emocional sobre si mesmo.

Neste sentido, a inteligência emocional é muito importante para os negócios, e consiste na habilidade de controle e coordenação de suas próprias emoções, além da facilidade de percepção das emoções dos indivíduos que nos rodeiam. Quando conhecemos e controlamos nossas emoções e a forma como reagimos as emoções alheias, podemos dizer que desenvolvemos a inteligência emocional.

Pessoas que desenvolvem a inteligência emocional desenvolvem também competências como resiliência, capacidade de trabalhar sob pressão, tenacidade, além de serem profissionais mais flexíveis. Um profissional com essas habilidades e competências é, certamente, um profissional mais preparado para lidar com os conflitos que surgem no meio corporativo, com maior empatia, refletindo em resultados positivos no trabalho como maior produtividade, objetividade e eficácia.

Não há dúvidas que os impactos profissionais da inteligência emocional são muito positivos, pois leva o indivíduo a desenvolver uma maior maturidade, e a maturidade emocional chega a ser tão importante quanto a experiência técnica, pois habilidades técnicas podem facilmente ser desenvolvidas ao longo do tempo. Já o processo de inteligência emocional leva mais tempo e trabalho para obter algum progresso.

Para que possamos perceber o quanto a inteligência emocional pode afetar positivamente cada indivíduo no âmbito profissional, faz-se importante considerar algumas situações/problema em que o uso da inteligência emocional é necessário. Neste sentido, a resolução de conflitos é determinante para encarar de frente as demandas que surgem no ambiente corporativo.

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A tendência natural, em qualquer conflito, é que nos mantenhamos na defensiva para defender nosso ponto de vista. Pois imagine o seguinte exemplo: a alta gestão da empresa solicitou uma apresentação de resultados com os indicadores da sua área, seu gestor delegou essa demanda a você, e você solicitou o apoio de um colega. Finalizado o trabalho, alguns números apresentados à diretoria estavam incorretos, e a gestão automaticamente o questionará sobre os números incorretos.

Como dissemos, a nossa tendência natural é agir na defensiva e culpar ou terceirizar parte da culpa para outro (no caso, o colega que nos apoiou no levantamento dos números).Nessa situação/problema, a inteligência emocional irá auxiliá-lo a reagir de forma racional, consciente e profissional, entendendo que ocorreu um erro, e que isso precisa ser corrigido.

O que geralmente acontece quando não há inteligência emocional é o desenvolvimento de um sentimento de culpa, incompetência ou ainda um perigoso vitimismo, que é prejudicial para o profissional e afeta diretamente sua produtividade, impactando também a organização.

De forma prática, a inteligência emocional tornará o ambiente profissional mais saudável e consequentemente produtivo. Por exemplo, um colaborador com tendência a uma visão pessimista das situações ocorridas, que sempre enxerga dificuldades na resolução dos problemas, que apresenta certa resistência a mudanças, além de influenciar negativamente (mesmo que de forma involuntária) os demais colegas, quando desenvolve a inteligência emocional passará a bloquear essa tendência pessimista, tentando enxergar um lado positivo em cada circunstância e agindo com uma atitude mais proativa.

Por fim, devemos lembrar que a rotina profissional envolve questões como rápida tomada de decisões, trabalho sob pressão, mercado instável, cobrança por resultados, enfim, circunstâncias que podem facilmente gerar um desequilíbrio emocional, além de questões mais sérias, como o estresse, ansiedade e até depressão. A inteligência emocional pode ajudar o profissional a manter o equilíbrio e foco no que de fato trará resultados positivos para o seu trabalho, mantendo também a mente saudável. E o melhor: tudo isso pode ser aprimorado e conquistado. Pense nisso.

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HAJA COM EQUILÍBRIO

Se um homem estiver andando pela rua e se deparar, surpreendentemente, com um tigre, o sistema límbico (ou cérebro emocional) dele vai agir imediatamente em prol da sobrevivência, mandando mensagens rápidas para que ele corra o mais rápido possível e assim tentar escapar de um ataque do animal.

Se um homem ouvir impropérios de um outro homem de uma maneira injusta e até vexatória, poderá também se deixar levar pela emoção e, imediatamente, valer-se de uma resposta rápida e nem sempre muito bem articulada para aquele momento.

Esses dois tipos de comportamento foram e continuam sendo essenciais para a sobrevivência humana. Mas um age de maneira positiva e o outro pode atrapalhar na convivência humana. Uma complexa rede neurológica, apelidada também por Rede do Medo, trabalha em nosso sistema gerando estímulos que nos levam a reações imediatas, e isso tudo envolve questões sobre ansiedade, aflição, raiva e ataques.

As grandes responsáveis por tudo isso medem o tamanho de uma amêndoa e são chamadas de amígdalas cerebrais, parte destacável na neuroanatomia do nosso sistema límbico. São essas duas estruturas esféricas as principais “culpadas” por nossas respostas emocionais relativas ao comportamento social de humanos e de alguns outros mamíferos.

De uma maneira mais simples, podemos dizer que algumas reações tomadas no calor do momento e de maneira pouco racional são essenciais, sim, ao ser humano (como na hora em que o homem corre, sem nem pensar, para fugir do ataque de um tigre), mas também podem ser evitadas, assim como quando alguém nos acusa de alguma injustiça e, no afã do momento, atacamos o autor da acusação com alteração de voz e até xingamentos inapropriados.

Uma decisão sábia não pode ser tomada de qualquer jeito, em qualquer tempo ou hora. Apelido as amígdalas cerebrais de ferramentazinha que, tal qual um satélite, capta uma imensa quantidade de informações dentro do nosso cérebro diariamente e nos apresenta, após uma espécie de digestão ou indigestão, pelo menos dois caminhos a seguir: atacar ou fugir.

Quando a gente resolve atacar, influenciado pelas amígdalas cerebrais, tendemos à negação, negatividade e afronta diante daquela situação ou pessoa. E então nos permitimos frases nem sempre construtivas (algumas tomadas de ironia e sarcasmo), do tipo: “não vou fazer isso”, “não concordo com você” ou “você está de brincadeira comigo?”

Quando optamos pela fuga, ocorre uma reclinação propensa ao “deixa disso”, geralmente dotada de insegurança, e que nos prejudica também, pois tendemos a nos afastar de uma possível resolução do problema. Desta forma, estamos sendo traídos novamente por nossas amígdalas cerebrais, que nos levam ao conforto do famoso “tirar o time de campo”.

Atacando ou fugindo, a conclusão disso é um prejuízo para nós – com raras exceções, obviamente, envolvendo questões de sobrevivência e já nem sempre tão comuns em nosso dia a dia. Raras, porém, mas existentes. Pegue o exemplo do tigre e troque-o por um carro avançando em sua direção, em alta velocidade. Seu instinto também vai agir rápido e fará você correr para tentar não ser atropelado. Esta sim é uma situação extremamente comum no contexto urbano atual e que tem nas amígdalas cerebrais uma grande aliada.

Vamos esquecer as situações mais extremas e focar em nosso dia a dia, quando somos desafiados intermitentemente a participar do círculo social, tomado pela comunicação entre seres humanos, seja pessoal ou virtualmente, haja vista a enormidade de mensagens trocadas em aplicativos e redes sociais. Pois bem: nesse contexto, a minha sugestão é deixar a cabeça agir de maneira mais racional, não se deixando levar pela ligeireza das respostas estimuladas pelas amígdalas cerebrais.

De que maneira podemos fazer assim? Simples assim: contando até 10 segundos antes de reagirmos àquela “provocação” envolvendo mensagem, emissor e receptor. A situação envolve mais rapidez na resposta? Dez segundos podem ser uma eternidade naquele contexto? Então aguarde, no mínimo, 6 segundos antes de qualquer reação. E nunca se esqueça de respirar, pois precisamos oxigenar o cérebro para entender a mensagem, realmente digeri-la e, aí sim, agirmos de maneira sensata, racional e assertiva.

Pode parecer bobagem, mas não é! Relações humanas, troca de mensagens e atitudes bem pensadas antes de proferidas são determinantes nos dias de hoje. Estamos tomados por significâncias e significados existentes em cada palavrinha solta no ar, seja por texto, por áudio ou por vídeo. Tudo é texto, afinal. E nada mais somos do que a nossa mensagem, o nosso posicionamento e a nossa postura como ser humano disposto a executar o bem e favorecer coisas boas aqui na Terra.

Pense nisso. Não estrague o seu relacionamento amoroso, o seu ambiente de trabalho ou o seu vínculo de amizades agindo de maneira despropositada, literalmente falando besteiras e depois se arrependendo amargamente por ter agido daquela maneira.

Uma palavra proferida, já diziam os ensinamentos antigos, é como flecha lançada: não volta mais.

Investimentos financeiros é um assunto até tranquilo quando comparado a questões da alma e do coração.

Nesses casos, conselhos e opiniões precisam ser bem analisados, todo cuidado é pouco, eu diria. Neste sentido, pergunto: quer mesmo um conselho ou opinião? Escolha bem para não errar e se frustrar.

Sobre dar ou vender conselhos

Nem sempre os ditados populares traduzem uma verdade absoluta. Um exemplo: “Se conselho fosse bom não se dava, se vendia”. Isso vai depender muito da pessoa que está buscando aconselhá-lo. Quem gosta e respeita você, jamais venderia algum conselho, pelo contrário. Um verdadeiro amigo só quer ajudá-lo a vencer aquele obstáculo que a vida lhe impôs naquela situação específica.
Obviamente, existem profissionais que ganham a vida, aí sim, vendendo conselhos. São profissionais, e não amigos. Para isso, costumam encarar muita pesquisa e estudos na área em que atuam para oferecer algum tipo de mentoria que possa favorecer a pessoa com conselhos, ou mesmo opiniões que vão ajudar na tomada de decisões.
Conselho é diferente de opinião, bom não confundir. Emitir uma opinião é algo mais delicado e pode até ferir o outro, pois geralmente a opinião vem carregada de juízo de valor e é proferida por quem não viveu aquele tipo de situação. A opinião, porém, pode até surgir após muito estudo no campo teórico de determinado assunto, portanto pode ser válida. O problema é quando a opinião se limita apenas a um “pitaco”, uma necessidade que muitos sentem de abrir a boca para comentar sobre a vida alheia.
Perceba que, neste jogo comunicativo, seja conselho, opinião ou mesmo pura e simples fofoca, o mais importante é a deglutição da mensagem recebida. O que está em jogo é como o receptor vai encarar aquela informação, e não em si a atitude do emissor. Ou seja: tudo pode ser útil para a sua vida, e para isso o exercício de não levar tão a sério a opinião alheia é bem adequado para exercitar uma espécie de filtragem de tanta informação que a gente recebe.
Quer um exemplo prático? Trocar de carro. Você já notou que as pessoas acabam criando uma empatia errônea com coisas materiais? Ou seja: se você perguntar para o seu pai, que tanto ama um Volkswagen, ele jamais ficará contente com a sua decisão de investir em um novo carro da Chevrolet. Portanto, em casos em que toda a questão fica por demais subjetiva, talvez a melhor saída mesmo seja investir em uma intuição própria na tomada de decisões.
Investimentos financeiros é assunto até tranquilo quando comparado a questões da alma e do coração. Nesses casos, conselhos e opiniões podem ser extremamente perigosos, pouquíssimos aconselháveis, eu diria. Neste sentido, pergunto: quer mesmo um conselho? Nunca peça conselhos a conhecidos seus e de seu cônjuge, por exemplo, quando o assunto envolve um relacionamento amoroso. A consequência pode ser desastrosa, e, no fim das contas, costuma-se perder amizades em detrimento ao conselho ou opinião recebidos. Quando o assunto é relacionamento a dois ou amoroso, o melhor mesmo é partir do zero, perdoando e dando mais uma chance ao amor.
Em todas as décadas que tenho vivido e me permitindo ser um observador atento das relações humanas, noto que o fator “idade” é mesmo determinante para que obtenhamos bons conselhos. Pessoas mais velhas já se iludiram e se desiludiram, já não estão equivocadamente tão empolgadas, já não nutrem tantas expectativas com tudo o que ocorre na vida, e isso não se trata de pessimismo. A tendência é de realismo, assertividade e racionalidade. Portanto os conselhos dos amigos ou parentes que estão na turma dos 60+ tendem a nos ajudar bastante.
Traduzindo tudo isso, o grande x da questão se chama vivência, experiência de vida e ter realmente vontade de ajudar o próximo. Não é muito adequado perguntar sobre os desafios do casamento para um eterno solteirão, assim como é despropositado encarar como verdade absoluta as dicas financeiras de quem jamais conseguiu sair do vermelho, e que talvez esteja justamente se apropriando da pecha de “conselheiro financeiro” para, quem sabe, tentar finalmente ganhar um dinheirinho.
No universo tão amplo que abrimos ao analisar um simples ditado popular, o de que se conselho fosse bom seria comercializado e não doado, podemos, concluindo, elencar três níveis de definição: o nível da opinião, em que a pessoa estudou, mas não praticou sobre aquilo; o nível do conselho, em que nem sempre a pessoa viveu aquilo, mas sabe de alguém próximo que já viveu e que transmitiu aprendizado; e o nível da vivência, sendo este o melhor para você receber instrução, pois esta pessoa já sentiu na pele aquele tipo de situação (pode inclusive ter sofrido para ter aprendido) e saberá muito bem orientá-lo para a melhor direção. Então: Quer uma opinião ou conselho? Pondere sempre o que recebe e aposte mais na vivência de quem pode lhe ajudar.

O Programa de Mentoring consiste numa orientação estruturada em que um profissional mais experiente (Mentor) orienta um menos experiente (Mentee ou Mentorado). É um processo de transmissão de conhecimento cujo objetivo é provocar insights no Mentee.

É utilizado tanto para estimular alguém em início de carreira ou cargo, um funcionário novo numa corporação, ou um profissional sênior que esteja enfrentando – ou vá enfrentar – novos desafios na empresa ou fora dela.

Também é indicado em casos de sucessão, como aposentadoria ou desligamento de colaboradores, talentos em potencial e em momentos em que há necessidade de acelerar a adaptação de expatriados à cultura da empresa.

Não há regra fixa. O Programa de Mentoring depende da relação entre Mentor e Mentorado. Alguns “discípulos” apresentam as dúvidas numa conversa informal e outros marcam encontros periódicos, a fim de desenvolver habilidades e competências.

Grandes empresas têm programas estruturados e aplicações variadas de Mentoring, atingindo, constantemente, resultados de excelência. Mas nada impede que você escolha o Mentor de sua preferência fora da empresa e inicie o programa o quanto antes.

Fonte: Global Mentoring Group